segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Na Câmara de SP, 94% dos vereadores vão tentar a reeleição

Parlamentares voltam nesta quarta-feira e terão pacote de 35 projetos para votar nas primeiras semanas; objetivo é mostrar trabalho em ano eleitoral


30 de janeiro de 2012 | 12h 53
Diego Zanchetta - Estado de S.Paulo

Após quase dois meses de recesso, os 55 vereadores paulistanos voltam a participar de sessões plenárias a partir desta quarta-feira, 1. E, logo no primeiro dia, a presidência da Casa vai informar sobre um pacote com 35 projetos de parlamentares que deve ser votado nas duas primeiras semanas. A intenção das lideranças é “mostrar trabalho” em ano eleitoral.


O objetivo das 14 lideranças da Casa é votar o máximo de projetos até o final do primeiro semestre. A partir de agosto, com o início da campanha nas ruas, poucos parlamentares devem comparecer às discussões em plenário. Só três dos atuais vereadores não vão concorrer à reeleição no dia 1º de outubro.


Carlos Neder (PT) e Carlos Apolinário (DEM) declararam não ter a intenção em disputar mais um mandato. Com vaga assegurada no Tribunal de Contas do Município (TCM), Domingos Dissei (PSD) também está fora do pleito. Os outros 52 vereadores, ou 94,3% do total, estarão em campanha nas ruas a partir do segundo semestre. O decano do Legislativo, Wadih Mutran (PP), vai tentar o sétimo mandato consecutivo.


O ano de eleições deve tornar a pauta de votação morna, sem propostas polêmicas ou grandes modificações em leis urbanas, como ocorreu no ano passado. Entre os projetos que passaram em 2012 estavam o pacote de R$ 400 milhões em benefícios para a construção do Itaquerão e um alvará provisório de quatro anos para 987 mil comerciantes em situação irregular.


Nas primeiras sessões extraordinárias do ano será votado um pacote de projetos de vereadores que ficou pendente de votação em dezembro. Entre eles está a proposta que proíbe o som alto em carros nas conveniências e dentro de vagões do Metrô, dos vereadores Dalton Silvano (PV) e Antonio Carlos Rodrigues (PR).


Custos. Quem conseguir se reeleger para mais um mandato como vereador em São Paulo vai entrar com salário 40% mais alto. Dos atuais R$ 9,2 mil mensais o salário dos parlamentares vai saltar para R$ 15.031 em janeiro de 2013. Com o reajuste, os gastos diretos de cada gabinete da Câmara paulistana irão a R$ 114,8 mil --mais que a despesa dos deputados federais, que é de R$ 114,4 mil.


Cada vereador, além do salário de R$ 15.031, terá uma verba mensal de R$ 84,4 mil para contratar até 18 assessores e R$ 15,3 mil para despesas como gráfica, correio, telefone e combustíveis. Os gastos de deputado federal incluem uma despesa que vereadores não têm: as passagens aéreas. O custo/vereador só é inferior ao custo/deputado estadual, que no Estado de São Paulo é de R$ 135,8 mil.

 

Vereador de SP banca sumô, bocha e futebol de botão

Levantamento do 'Estado' nas 868 emendas parlamentares para 2012 mostra que ações na área esportiva somam quase 20% das verbas


29 de janeiro de 2012 | 3h 02
DIEGO ZANCHETTA, RODRIGO BURGARELLI - O Estado de S.Paulo

Vereadores paulistanos que vão tentar a reeleição neste ano estão apostando em bancar torneios de sumô, luta livre, bocha e futebol de botão para agradar seus redutos eleitorais. No total, R$ 4,6 milhões em emendas parlamentares do orçamento de 2012 vão custear eventos como o Rock Fight International Championship, o Campeonato Amador de Bike Street, o Campeonato Paulista de Botão e o Campeonato de Futebol Amador do Cangaíba.

As emendas parlamentares, apresentadas todo fim de ano pelos 55 vereadores, normalmente são usadas para contratar obras de "embelezamento" nos bairros em que os vereadores têm maior número de eleitores, como reformas em escolas, recapeamento de ruas e instalação de playgrounds. Mas, desde 2007, os gastos com a instalação de grama sintética, vestiários e refletores em campos de várzea viraram praxe.

A novidade neste ano é a cifra recorde destinada às competições, que ajudaram a dobrar o valor das emendas de esporte em relação à média dos últimos três anos. Se todas as emendas nessa área forem executadas pela Prefeitura, serão R$ 21 milhões, ou quase 20% dos R$ 123,9 milhões previstos em todas as emendas que criam novos gastos para o governo municipal. O montante só perde para a área de transportes, que soma R$ 32 milhões. Os dados constam de um levantamento feito pelo Estado na lista de todas as 868 novas emendas aprovadas para o orçamento deste ano, publicadas no Diário Oficial da Cidade no dia 16 de dezembro.

Turma do Bagaço. Os campeões das emendas de eventos esportivos são os vereadores Quito Formiga (PR), com R$ 1,9 milhão, e Aurélio Miguel (PR), com R$ 1,6 milhão. Juntos, os dois pretendem patrocinar 59 competições neste ano, que englobam esportes tão distintos como artes marciais, futebol feminino e iatismo. Entre elas, está prevista a realização do 60.º Campeonato da Associação Recreativa Turma do Bagaço, um grupo formado por 220 homens que se reúne todo sábado para jogar futebol no campo do Hospital da Aeronáutica, na Casa Verde, desde 1983. O evento deverá ganhar R$ 31 mil de Miguel.

No site oficial da turma, há uma foto do ex-judoca com os dizeres: "Aurélio Miguel Nosso Vereador". "O Aurélio nos apoia já há alguns anos. Temos sede alugada, vestiário e arbitragem para nosso campeonato semestral. O apoio que recebemos ajuda a custear essa estrutura e fazer com que os valores da nossa contribuição mensal sejam menores", afirma o presidente da associação, Elcio Queiroga. Ele admite que a associação não é aberta para todos. "Mas tem muita gente de baixa renda e é essa ajuda que permite que eles participem", justifica.

O evento que vai receber a maior quantia, porém, foi escolhido pelo vereador Paulo Frange (PTB): o Campeonato Brasileiro de Mixed Martial Arts (MMA) - R$ 500 mil foram reservados para a competição que será organizada pela Confederação Brasileira de MMA, entidade privada fundada há menos de um ano e que tem como sede um pequeno sobrado no bairro de Pirituba, na zona norte. O diretor executivo da entidade, João Roberto Trindade, afirma que o dinheiro poderá ajudar a custear de duas a três etapas do torneio - apenas uma deverá ser na cidade. "Estamos planejando que a etapa de São Paulo seja em julho, caso a emenda saia", diz.

Futebol amador. O vereador Gilberto Natalini (PV), autor de quatro emendas de R$ 50 mil para torneios de futebol de várzea em bairros como o Cangaíba e Carombé, argumenta que os eventos aumentam a autoestima das periferias. "Percebi que é algo importante, pois cria laços familiares e dificulta que as pessoas decidam fazer coisas ruins." Ele reconhece que o patrocínio de torneios costuma ser muito "instrumentalizado politicamente", mas afirma que esse não é o seu estilo.

As assessorias dos vereadores Paulo Frange (PTB) e Quito Formiga (PR) disseram que eles estavam viajando por causa do recesso parlamentar e não puderam ser contactados. Por meio de nota, a assessoria de Aurélio Miguel (PR) defendeu as ações, lembrando a vinculação do seu mandato com as questões esportivas e a importância dessas competições por causa da aproximação da Olimpíada de 2016, no Rio. A nota diz também que a Turma do Bagaço exerce importante função de integração social.

ESTADÃO

Emendas servem como moeda de barganha

O Estado de S.Paulo

Artigo

A Emenda Parlamentar é um instrumento previsto no art. 166 da Constituição Federal de 1988, que se estende aos demais entes federativos pelas Constituições Estaduais e Leis Orgânicas dos Municípios, cujo objetivo é democratizar a discussão do orçamento público ao incluir os parlamentares nesse processo. Todavia, tal artifício tem se notabilizado muito mais por servir como estratégia de barganha do Executivo e para fortalecer a lealdade eleitoral aos parlamentares nos seus redutos. Entretanto, mais um elemento precisa ser adicionado à imagem pública das emendas parlamentares: os escândalos de corrupção.

Na capital paulista, as emendas também se tornaram uma prática que serve para facilitar a vida do prefeito na Câmara, fortalecer os vereadores em seus redutos ou ampliar a presença deles em outras áreas, por meio da destinação de recursos para organizações com finalidades distintas. Competições esportivas patrocinadas com recursos recebem o nome do próprio vereador.

Tal prática se fortalece ainda mais com o esvaziamento do papel das subprefeituras, já que os parlamentares usam as emendas como forma de suplementar a verba das mesmas. Isso garante ainda mais força em seus redutos e aumenta as suas chances de reeleição e continuidade desse tipo de relação.

O que inicialmente deveria funcionar como um instrumento de democratização e equalização de forças entre os Poderes Executivo e Legislativo acabou se tornando uma estratégia de governabilidade. Entretanto, não se pode simplesmente demonizar as emendas uma vez que há espaço para que a sociedade participe do processo de discussão nas audiências públicas das Comissões de Finanças e Orçamento das casas legislativas e no acompanhamento das emendas realizadas pelos parlamentares que estão disponíveis na internet. Transparência na destinação dos recursos e controle público na execução são o melhor remédio para evitar que as emendas continuem sendo vistas como instrumentos nocivos ao erário público.

No plano federal, não é preciso muito esforço de memória para lembrar que, em diferentes momentos, o governo acelerou a execução de recursos de emendas para garantir aprovação de projetos no Congresso. Também são de domínio público casos de corrupção cujo trajeto se iniciou com a destinação de recursos provenientes de emendas: os anões do orçamento, a máfia das ambulâncias e o recente escândalo do Ministério do Turismo, em que recursos de emendas foram desviados por ONGs e empresas fantasmas, são alguns exemplos.

No Estado de São Paulo, recentemente um deputado estadual denunciou que cerca de 30% dos seus colegas estariam envolvidos em um esquema de venda de emendas parlamentares. Vale lembrar que, apesar da gravidade do escândalo, não houve desdobramento concreto em termos de investigação por parte do Legislativo paulista.

ESTADÃO

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

A Câmara Municipal vale quanto pesa e custa?


Foto: Tiago Queiroz
22 de janeiro de 2012

GILBERTO AMENDOLA
Antes que os vereadores comecem, pra valer, o último ano de seus mandatos – e aquela já conhecida “hiperatividade pré-eleitoral” nos cause uma certa dificuldade em enxergar com clareza o que cada um produziu –, vale olhar para o retrovisor e avaliar como eles se comportaram nos últimos três anos (2009-2011). Algum palpite?
Com dados do próprio site da Câmara Municipal, a reportagem do JT encontrou números interessantes. Nos primeiros três anos, os 55 vereadores apresentaram cerca de 2.350 projetos. Desse total, apenas 575 foram aprovados pelo prefeito. Mas, se desconsiderarmos títulos de cidadão, salvas de prata, nomes de rua, escola ou praça, criação de datas comemorativas e eventos esportivos e carnavalescos, o número cai drasticamente. Com um olhar “bastante generoso” podemos encontrar cerca de 80 projetos relevantes e que, realmente, interferem na vida do cidadão (para exemplificar, vamos considerar “relevantes” projetos como os que diziam respeito à concessão de alvarás, à publicidade dos horários na coleta seletiva de lixo ou à proibição de cartazes pornográficos na entrada de cinemas e teatros).
Outro dado importante são os gastos de gabinete. Analisando 35 meses (dados de dezembro de 2011 ainda não estão disponíveis), chegamos à cifra de aproximadamente R$ 18,3 milhões. O que daria, numa média, quase R$ 335 mil por gabinete – sendo que a variação, levando em conta apenas vereadores que estão desde o começo desta legislação, vai de R$ 43 mil (Carlos Apolinário, DEM) a R$ 542 mil (Eliseu Gabriel, PSB).

Tamanho é documento?
Como analisar esses resultados? A resposta é: com cuidado. Vamos pegar o caso do econômico Apolinário. O vereador controlou a conta de seu gabinete de uma maneira bastante “franciscana”, mas, em compensação, só teve um projeto aprovado pelo prefeito – e foi o batismo de um viaduto. “Não se mede o trabalho de um vereador pelo número de projetos que ele apresenta. Isso é fácil. Ficar copiando projeto pra fazer número não é comigo”, diz. Apolinário lembra que Fernando Henrique, Mário Covas e Lula foram parlamentares de poucos projetos. “E vão dizer que eles não foram importantes? Estou cansado disso”. Detalhe, o projeto que substitui as sacolas plásticas por modelos biodegradáveis, muito comentado na semana que passou, é de 2007 – que teve como autores vários vereadores, inclusive Apolinário.
Já Gabriel, que gastou muito com gabinete, teve aprovado 19 projetos, entre eles 10 homenagens e quatro datas comemorativas. Por e-mail, sua assessoria explicou que os gastos dizem respeito ao exercício de mandato focado em temas como educação: “Foram gastos com palestras, seminários e congressos – que exigiram a produção de materiais de esclarecimento e consulta, além de despesas com correio, entre outros”.

No banco da praça
Quem mais batizou praças nestes 3 anos foi Adolfo Quintas (PSDB) – que está de férias e não foi localizado. Mas o segundo colocado, com 12 praças batizadas, Toninho Paiva (PR), atendeu o JT. “Sou campeão nisso de dar nome de praça. O que a imprensa não entende é a importância do nome disso para o cidadão comum. Significa que as entregas podem ser feitas, as cartas podem chegar…”. Ele ainda defende a importância das tais datas comemorativas. “Brasileiro tem memória curta. As datas são importantes para algumas coisas não caírem no esquecimento. Eu, por exemplo, fui vendo quais esportes não tinham seu dia e dei datas a todos eles”.
O outro lado
Entre os que se destacaram estão Quito Formiga (PR) e Floriano Pesaro (PSDB). Os dois tiveram aprovados cinco projetos considerados relevantes. Pesaro está de férias e não respondeu à reportagem. Formiga declarou: “Estou aprendendo muito na Câmara. A noção que político não trabalha é errada. Aqui, trabalhamos muito. Tenho feito projetos pensando no cotidiano das pessoas”. Formiga é responsável pelo projeto que cria padrão para uniformes escolares da rede municipal e o que obriga presença de ambulância na porta de vestibulares.

LISTA DE GASTOS E PROJETOS APRESENTADOS
Período 2009 -2011

Abou Anni (PV) – Gastou R$ 466. 079, 02/ 38 projetos – 22 aprovados. Destaque: 10 homenagens
Adilson Amadeu (PTB) – Gastou: R$ 489. 512, 19/ 40 projetos – 6 aprovados. Destaque : selo roda verde.
Adolfo Quintas  (PSDB)- Gastou: R$ 450. 312, 73/ 102 projetos – 36 aprovados. Destaque: 16 nomes de praças
Agnaldo Timóteo (PR) – Gastou: R$ 479.455, 03/ 32 projetos – 11 aprovados. Destaque: o Dia das Mães Adotivas
Alfredinho  (PT)- Gastou: R$ 528.626,76/ 88 projetos – 10 aprovados. Destaque: autorização para desfiles de rua no carnaval.
Aníbal de Freitas (PSDB) – Gastou: R$ 66.163,05/ 13 projetos – 1 aprovado (título de cidadão). Obs: Não estava desde o início da legislatura.
Antônio Carlos Rodrigues  (PR)- Gastou: R$ 70.901, 29/ 78 projetos – 22 aprovados. Destaque: 8 batismos de rua, escolas e afins.
Antônio Goulart (PSD) – Gastou R$ 428.676, 79/ 55 projetos – 10 aprovados. Destaque: Dia do Vendedor.
Arselino Tatto  (PT)– Gastou R$ 268.392, 32/ 26 projetos – 6 aprovados. Destaque: Lei que obriga a Prefeitura fazer propaganda da Cidade Limpa.
Atílio Francisco  (PRB)- Gastou R$ 455. 613,80/ 31 projetos – 6 aprovados. Destaque: Dia do esclarecimento sobre o trote nas faculdades.
Attila Russomanno (PP)- Gastou: R$ 73.121,66/ 14 projetos – 2 aprovados. Obs: não está desde o início da legislatura.
Aurélio Miguel (PR)- Gastou – R$ 231.684,49/ 60 projetos – 8 aprovados. Destaque: lei de zoneamento.
Aurélio Nomura (PSDB)- Gastou – R$ 80. 006,61/ 30 projetos – 6 aprovados. Destaque: só aprovou títulos de cidadão e homenagens.
Carlos Apolinário (DEM)- Gastou – R$ 43.483.29/ 15 projetos- 1 aprovado. Destaque: dos que estão desde o começo desta legislatura foi o que menos gastou. Não conseguiu que o prefeito aprovasse o Dia do Orgulho Hétero.
Carlos Neder (PT)- Gastou: R$ 112.937,00/ 12 projetos – 3 aprovados. Obs: Não está desde o início da legislatura.
Celso Jatene  (PTB)- Gastou: R$ 147.477,08./ 24 projetos – 14 aprovados. Destaque: foram 8 homenagens e 4 datas comemorativas.
Chico Macena  (PT)- Gastou: R$ 451.531,67/ 54 projetos – 11 aprovados. Destaque: obrigatoriedade de seguro contra furto e roubo em estacionamentos.
Claudinho  (PSDB)- Gastou: 381.351,73/ 45 projetos – 14 aprovados. Destaques: 4 datas comemorativas.
Cláudio Fonseca  (PPS)- Gastou: R$ 142.289,28/ 133 projetos – 18 aprovados. Destaque: foi o vereador que mais apresentou projetos no período.
Cláudio Prado  (PDT)- Gastou: R$ 465.656,35/ 27 projetos – 8 aprovados. Destaque: Datas comemorativas.
Dalton Silvano (PV) – : Gastou: R$ 491.547,33/ 44 projetos – 2 aprovados. Destaque: só aprovou uma homenagem e um nome de praça – e seu gabinete consumiu mais recursos do que o do Apolinário (1 projeto aprovado), por exemplo.
David Soares (PSD): Gastou: R$ 52.710,33/ 33 projetos – 1 aprovado. Destaque: só aprovou o projeto coletivo do alvará. Não está desde o início da legislatura.
Domingos Dissei (PSD): Gastou: R$ 236.262.09/ 27 projetos – 12 aprovados. Destaque: apresentou 7 homenagens.
Donato (PT): Gastou: R$ 397.099,15/ 37 projetos – 9 aprovados. Destaque: título de cidadã pra a presidente Dilma Rousseff.
Milton Ferreira (PSD): Gastou: R$ 492.763,75. 24 projetos – 3 aprovados. Destaque: semana para lembrar os perigos dos acidente domésticos.
Edir Sales (PSD): Gastou: R$: 115.246,40/ 30 projetos – 9 aprovados. Destaque: aprovou 7 homenagens.
Eliseu Gabriel (PSB): Gastou: R$ 542.150,66/ 70 projetos – - 19 aprovados. Destaque: criação do conselho municipal de ciência e tecnologia.
Floriano Pesaro (PSDB): Gastou: R$ 487.718,89/ 67 projetos – 22 aprovados. Destaque: diversos projetos voltados à comunidade judaica.
Francisco Chagas (PT): Gastou: R$ 459. 697,10/ 43 projetos – 11 aprovados. Destaque: programa de requalificação arbórea e ambiental de SP.
Natalini (PV): Gastou: R$ 480.343,93/62 projetos – 15 aprovados. Destaque: Evento Carnajulha.
Gilson Barreto (PSDB): Gastou: R$ 475.482,71/50 projetos – 10 aprovados. Destaque: corrida de pedestres do bairro do Tatuapé.
Ítalo Cardoso (PT): Gastou: R$ 285.506,90/ 39 projetos – 17 aprovados. Destaque: 10 homenagens.
Jamil Murad (PCdoB): Gastou: R$ 515. 697,36/ 48 projetos – 11 aprovados. Destaque: marco zero do samba.
José Américo (PT): Gastou: R$: 465.818, 63/ 44 projetos – 7 aprovados. Destaque: criação da semana da cultura da paz.
José Police Neto (PSD): Gastou: R$: 199.818,31/ 30 projetos – 10 aprovados. Destaque: educação digital na rede pública.
Juliana Cardoso (PT): Gastou: R$ 408.358,50/ 42 projetos – 10 aprovados. Destaque: Dia do Mestre Sala e da Porta Bandeira.
José Rolim (PSDB): Gastou: R$ 35.537,50. 12 projetos – 0 aprovado. Obs: não está na Câmara deste o início da legislatura.
Juscelino (PSB): Gastou: R$ 451.928,44/ 37 projetos – 10 aprovados. Destaque: Dia do grito cultural Reggae.
Kamia (PSD): Gastou: R$ 380.221, 46/ 59 projetos – 28 aprovados. Destaque: batismo de 12 praças.
Marco Aurélio Cunha (PSD): Gastou: R$ 159.549,73/ 28 projetos – 7 aprovados. Destaque: Copa Pirituba de Futebol.
Marta Costa (PSD): Gastou: R$ 90.226,06/ 22 projetos – 5 aprovados. Destaque: O Dia da Hora do Planeta.
Milton Leite (DEM): Gastou: R$ 350. 541,15/ 29 projetos – 6 aprovados. Destaque: metade dos projetos aprovados foram homenagens.
Netinho(PCdoB): Gastou: R$ 333.,718,92/43 projetos – 14 aprovados. Destaque: Dia do Combate a Intolerância Religiosa.
Noemi Nonato(PSB): Gastou: R$ 516.830,67/61 projetos – 10 aprovados. Destaque: Dia do Combate ao Crack.
Paulo Frange (PTB): Gastou: R$ 500.845,39/83 projetos – 18 aprovados. Destaque: Programa domiciliar de atendimento e internação.
Quito Formiga: Gastou: R$ 448.01,329/53 projetos – 18 aprovados. Destaque: Projeto que proíbe cartazes pornográficos na entrada dos teatros e cinemas.
Ricardo Teixeira (PV): Gastou: R$ 481.273,50/ 53 projetos – 8 aprovados. Destaque: Oficializou a bandeira do bairro de São Miguel.
Roberto Tripoli (PV): Gastou: R$ 191.220,07/ 13 projetos – 3 aprovados. Destaque: Criou o centro do bem estar animal.
Sandra Tadeu: (DEM) Gastou: R$ 441.865,40/43 projetos – 9 aprovados. Destaque: Proíbe o uso de celulares nas agências.
Senival Moura (PT): Gastou: R$ 492.057,93/29 projetos – 7 aprovados. Destaque: Além de nome de logradouro e homenagem, participou do projeto coletivo dos alvarás.
Souza Santos (PSD): Gastou: R$ 493.274,74/36 projetos – 3 aprovados. Destaque: Semana do incentivo ao esporte.
Tião Farias (PSDB): Gastou: R$ 43.511,90/9 projetos – 0 aprovados. Obs: Não está desde o início desta legislatura.
Toninho Paiva (PR): Gastou: R$ 498.641,41/65 projetos – 28 aprovados. Destaque: 12 nomes de praças.
Wadih Mutran (PP): Gastou: R$ 448.005,47/ 37 projetos – 9 aprovados. Destaque: Nomes de logradouros.
Zelão (PT): Gastou: R$ 407.254.90/ 41 projetos – 10 aprovados. Destaque: Projeto de controle de emissão de diesel.

 Via JT

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Projeto de lei obriga valet anotar quilometragem de carro em recibo


O vereador Marco Aurélio Cunha (PSD) apresentou um projeto de lei que obriga as empresas de valet a anotar no ticket de estacionamento a quilometragem dos veículos para que os proprietários tenham condições de verificar, ao receber o veículo de volta, se houve circulação irregular sob a guarda do estabelecimento.

A legislação atual, que regulamenta o serviço de valet na capital, prevê entre outras exigências, que constem no recibo do valet a placa, marca e modelo do veículo, além do local onde o veículo estará estacionado. “A anotação da quilometragem passa a ser mais uma exigência para os valets e uma segurança para o cidadão, que ao pegar o carro de volta, terá a certeza que seu veículo estava estacionado, não sendo usado de forma indevida pelos manobristas” justificou Marco Aurélio.

De acordo com o vereador, a legislação não previa também a hipótese de circulação irregular do veículo sob a guarda de empresas de valet. "Uma das irregularidades que em tese caracteriza crime não é prevista em nossas normas, talvez por se tratar de hipótese até mesmo absurda,” concluiu o vereador.
O projeto, apresentado nesta segunda-feira, dia 21, será discutido na Câmara Municipal de São Paulo, por meio das Comissões Permanentes e Audiências Públicas na Casa, até que seja aprovado pelos vereadores e sancionado pelo prefeito Gilberto Kassab.

Motivação para criar o projeto

A ideia de um cidadão, por meio das redes socais, e os recentes casos publicados na mídia foram os incentivadores para que o vereador cria-se este projeto. Em 29 de setembro, o manobrista de um estacionamento particular em Higienópolis, recebeu o carro de uma médica que trabalha na Avenida Angélica, mas, em vez de guardá-lo, acabou “emprestando” o veículo a dois amigos que queriam ir a Caieiras, na Grande São Paulo.

Um dos colegas do manobrista que dirigia o Kia Carens da pediatra teria feito uma conversão proibida na Estrada Velha de Campinas ao tentar ultrapassar uma carreta, que momentos antes havia derrapado e batido na lateral de um Fiat Palio Weekend. Ao fazer o contorno, o Kia teria ido para a contramão e colidido, de frente, com o Palio, que seguia no sentido correto.

Dentro do Palio estavam as jornalistas Ligia Maria Celeguim Tuon e Denise Pimentel Spera, ambas com 25 anos, e o professor de informática Bruno Tuon Perim, de 27. Denise e Bruno morreram no acidente.

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Gabinete dos Vereadores




VEREADOR
ANDAR
SALA
Abou Anni - PV
4º andar
406
Adilson Amadeu - PTB
3º andar
315
Adolfo Quintas - PSDB
6º andar
616
Agnaldo Timóteo - PR
7º andar
709
Alfredinho - PT
6º andar
620
Aníbal de Freitas - PSDB
4º andar
422
Antonio Carlos Rodrigues - PR
11º andar
1118
Antonio Goulart - PSD
9º andar
908
Arselino Tatto - PT
11º andar
1111
Attila Russomanno - PP
11º andar
1107
Atílio Francisco - PRB
10º andar
1010
Aurélio Miguel - PR
7º andar
714
Aurélio Nomura - PSDB
3º andar
304
Carlos Apolinário - DEM
10º andar
1005
Carlos Neder - PT
3º andar
307
Celso Jatene - PTB
9º andar
914
Chico Macena - PT
4º andar
418
Claudinho - PSDB
5º andar
511
Claudio Fonseca - PPS
4º andar
420
Cláudio Prado - PDT
3º andar
313
Dalton Silvano - PV
5º andar
514
David Soares - PSD
6º andar
607
Domingos Dissei - PSD
6º andar
618
Donato - PT
11º andar
1109
Edir Sales - PSD
5º andar
515
Eliseu Gabriel - PSB
6º andar
605
Floriano Pesaro - PSDB
3º andar
308
Francisco Chagas - PT
6º andar
612
Gilberto Natalini - PV
4º andar
415
Gilson Barreto - PSDB
7º andar
721
Ítalo Cardoso - PT
5º andar
521
Jamil Murad - PCdoB
5º andar
517
José Américo - PT
4º andar
404
José Police Neto - PSD
5º andar
509
José Rolim - PSDB
11º andar
1114
Juliana Cardoso - PT
4º andar
408
Juscelino Gadelha - PSB
10º andar
1019
Marco Aurelio Cunha - PSD
10º andar
1016
Marta Costa - PSD
4º andar
424
Milton Ferreira - PSD
7º andar
706
Milton Leite - DEM
7º andar
719
Netinho de Paula - PCdoB
5º andar
507
Noemi Nonato - PSB
11º andar
1116
Paulo Frange - PTB
11º andar
1106
Quito Formiga - PR
5º andar
504
Ricardo Teixeira - PV
6º andar
610
Roberto Tripoli - PV
7º andar
705
Sandra Tadeu - DEM
7º andar
715
Senival Moura - PT
10º andar
1008
Souza Santos - PSD
10º andar
1015
Tião Farias - PSDB
7º andar
710
Toninho Paiva - PR
11º andar
1120
Ushitaro Kamia - PSD
10º andar
1013
Wadih Mutran - PP
6º andar
623
Zelão - PT
10º andar
1006
 

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Localize o gabinete do seu vereador na CMSP

VEREADOR
GV
SALA
Abou Anni - PV
24º
406
Adilson Amadeu - PTB
46º
315
Adolfo Quintas - PSDB
34º
616
Agnaldo Timóteo - PR
709
Alfredinho - PT
620
Aníbal de Freitas Filho - PSDB
17º
422
Antônio Carlos Rodrigues - PR
1118
Antônio Goulart - PSD
51º
908
Arselino Tatto - PT
1111
Attila Russomanno - PP
39º
1107
Atílio Francisco - PRB
14º
1010
Aurélio Miguel - PR
714
Aurélio Nomura - PSDB
42º
304
Carlos Apolinário - DEM
16º
1005
Carlos Neder - PT
37º
307
Celso Jatene - PTB
19º
914
Chico Macena - PT
47º
418
Claudinho - PSDB
12º
511
Claudio Fonseca - PPS
420
Cláudio Prado - PDT
49º
313
Dalton Silvano - PV
25º
514
David Soares - PSD
28º
607
Domingos Dissei - PSD
20º
618
Donato - PT
53º
1109
Edir Sales - PSD
32º
515
Eliseu Gabriel - PSB
50º
605
Floriano Pesaro - PSDB
11º
308
Francisco Chagas - PT
612
Gilberto Natalini - PV
26º
415
Gilson Barreto - PSDB
29º
721
Ítalo Cardoso - PT
21º
521
Jamil Murad - PCdoB
22º
517
José Américo - PT
35º
404
José Police Neto - PSD
36º
509
José Rolim - PSDB
18º
1114
Juliana Cardoso - PT
27º
408
Juscelino - PSB
13º
1019
Marco Aurélio Cunha - PSD
31º
1016
Marta Costa - PSD
30º
424
Milton Ferreira - PSD
10º
706
Milton Leite - DEM
33º
719
Netinho de Paula - PCdoB
40º
507
Noemi Nonato - PSB
1116
Paulo Frange - PTB
45º
1106
Quito Formiga - PR
23º
504
Ricardo Teixeira - PV
55º
610
Roberto Trípoli - PV
38º
705
Sandra Tadeu - DEM
44º
715
Senival Moura - PT
48º
1008
Souza Santos - PSD
52º
1015
Tião Farias - PSDB
41º
710
Toninho Paiva - PR
15º
1120
Ushitaro Kamia - PSD
43º
1013
Wadih Mutran - PP
54º
623
Zelão - PT
1006